Aqui, só o Bahia
Era noite de festa e a torcida rubro-negra não conseguia conter a ansiedade e a emoção. O sonho da primeira estrela no peito estava latente e, embora 50 anos depois, seria exatamente em cima do mesmo Santos que o Bahia bateu em 29 de março de 1960 conquistando a primeira taça Brasil e o direito de ser o primeiro clube brasileiro a disputar a Libertadores da América.
Seria uma parada difícil, os rubro-negros já sabiam, mas bem menos que em 59/60, afinal do lado de lá não estava o rei Pelé. Quando muito uns meninos de cabelo empinado e dados a firulas. Firulas como a de Neymar que praticamente atrasou a bola para o goleiro do Vitória na Vila ao bater um pênalti que, se entra, sentenciava ali esta decisão. Mas a confiança era grande, do tamanho do sonho. Só faltava a garra e a história do Bahia. 11 heróis entronizados e que tiveram seus nomes escritos para sempre na história do clube: Nadinho, Beto, Henrique, Flávio e Nenzinho; Vicente e Mário; Marito, Alencar, Léo e Biriba.]
E já que a primeira estrela rubro-negra não veio, um passeio pela história serve para relembrar como foi a emocionante conquista tricolor. Como foi aquela noite memorável de 29 de março de 1960, no Maracanã. Noite em que o rei Pelé teve de se curvar aos plebeus nordestinos do Bahia, heróicos com a bola nos pés e que já haviam mostrado a força do tricolor três meses antes, em dezembro de 59, na Vila, batendo o Santos dentro de casa, por 3 a 2.
A trajetória dos confrontos foi emocionante e o Bahia não se abateu um instante sequer. Nos dois primeiros jogos, o Esquadrão de Aço venceu o Peixe, por 3 x 2, em plena Vila Belmiro. Na segunda, o time de Pelé, Coutinho, Pepe, Manga, Zito e do capitão da Copa, Mauro, calou a Fonte Nova, vencendo por 2 x 0. Veio então a grande final no Maracanã, campo neutro, invasão santista na Cidade Maravilhosa e o Bahia consagrado.
Um título nacional, que tornou o tricolor baiano o primeiro clube brasileiro a disputar a Libertadores da América e coroou uma das mais vitoriosas gerações de atletas do clube, já que este mesmo grupo que conquistou a Taça Brasil de 59 ainda foi pentacampeão baiano (1958, 1959, 1960, 1961 e 1962), três vezes campeão do Norte-Nordeste (1959, 1961 e 1963) e Campeão da Taça da Amizade (Uruguai – 1959).
Nesta histórica conquista, o Bahia atuou com: Nadinho, Nenzinho, Henrique e Beto; Flávio e Vicente; Marito, Alencar, Léo, Mário e Biriba. Os gols da grande final foram marcados por Vicente, Alencar e Léo. E olhe que pouco antes o Bahia mudou de comando. Efigênio Bahiense, o Geninho, foi o treinador durante toda a competição e após a derrota para o Santos, na Fonte Nova, por 2 a 0, o saudoso Osorio Vilas Boas concluiu que precisava dar uma sacudida no time, que vinha de uma exaustiva maratona de 13 jogos na competição.
E então entregou o comando da equipe ao treinador argentino Carlos Volante, que conduziu o time na final, no Maracanã, e foi coroado campeão com o grupo. A festa que a torcida do Vitória sonhava em fazer ontem e até ensaiou no embarque do time para Santos continua sem igual na Bahia. Ao chegar em Salvador, os primeiros campeões do Brasil foram saudados por uma multidão, que saiu em carreata pela cidade, ovacionados pela população e pela Nação Tricolor.
Quase tudo igual. O Vitória também é bi. Bi vice
A Taça Brasil conquistada em 1960 pelos tricolores parece que serviu de inspiração para o sonho rubro-negro, desfeito ontem, de ganhar a Copa do Brasil. O Vitória, em verdade, já é bi brasileiro. Bi vice-campeão, pois em 93 também foi à final e ficou pelo meio do caminho.
São várias as coincidências recorridas pelo Vitória para imitar o que o arquirrival Bahia fez 50 anos atrás e faturar seu primeiro título nacional: também na condição de azarão, contra um mesmo Santos, considerado a sensação do país.
Assim como naquela disputa, embrião do Campeonato Brasileiro — cujo título rendeu vaga à primeira Taça Libertadores da história —, o Vitória agora buscava uma inédita participação continental. Em ambos os casos, os clubes enfrentaram um torneio em formato mata-mata. E tiveram um alagoano (CSA para um, Corinthians para o outro), um pernambucano (Sport e Náutico) e o próprio Vasco pelo caminho.
Se em 1959 a última partida precisou ser aguardada por 90 dias, devido a uma excursão do Santos previamente agendada e concordada pelo oponente —o que adiou o grito de ‘campeão’ para somente a temporada seguinte—, desta vez a realização da Copado Mundo na África do Sul obrigou as equipes a só se encontrarem após 70 dias das semifinais.
No outro lado do campo, jogadores favoritos, de seleção. Enquanto o Bahia encarou a turma de Pelé, Zito, Dorval, Pagão, Coutinho e Pepe, o Vitória encarou os chamados ‘Meninos da Vila’ pela frente, com Robinho, Ganso, Neymar, Arouca, Wesley, André...
Finalmente, além de os dois jogos de ida terem sido na Vila Belmiro, a dupla apostava em um atleta apelidado de ‘Diabo Loiro’ no ataque. No Bahia, o ponta direita Marito, famoso pelos dribles desconcertantes. No Vitória, o centroavante Júnior, artilheiro rubro-negro no ano e que reapareceu entre os titulares neste confronto do Barradão.
A primeira competição realmente nacional
A Taça Brasil foi o primeiro grande torneio nacional, reunindo os 15 principais campeões estaduais. Além do Bahia, Santos, São Paulo, Vasco da Gama, Atlético/PR, Atlético/MG, Grêmio, Sport/PE, Rio Branco/ES, Hercílio Luz/SC, Auto Esporte/PB, ABC/RN, Ceará/CE, CSA/AL e Tuna Luso/PA, disputaram esta competição.
Na campanha de 1959, em jogos de ida e volta, o Bahia eliminou CSA, Ceará, Sport, Vasco e Santos. O Esquadrão de Aço disputou 14 jogos, venceu 09, empatou 02 e perdeu 03, marcou 25 gols e sofreu 18. Para completar a façanha, o comandante de ataque tricolor, Léo, ainda foi artilheiro da competição com 08 gols marcados.
A grande final
BAHIA (BA) 3 x 1 SANTOS (SP)
Data: 29 / 03 / 1960 Local: aracanã
Árbitro: Frederico Lopes
Gols: Coutinho 272 , Vicente 372 / 1º T; Léo 47, Alencar 31 / 2º T.
BAHIA: Nadinho, Beto, Henrique, Flávio e Nenzinho; Vicente e Mário; Marito, Alencar, Léo e Biriba. Técnico: Volante
SANTOS: Lalá, Getúlio, Mauro, Formiga e Zé Carlos; Zito e Mário, Dorval, Pagão, depois Tite, Coutinho e Pepe
Confira a campanha:
Jogos 14
Vitórias 9
Empates 2
Derrotas 3
Gols Pró 20
Gols Contra 18
Existem dois tipos de arquivos de recuperação de um desenho.
Arquivo de extensão .Sv$ é o arquivo de autosalvamento que é salvo a cada 10 minutos (Configuração Inicial do AutoCad) e você pode alterar esse tempo para qualquer tempo
Entre no Comando "OP" (Option), na guia "Open and Save", altere o tempo de autosalvamento para quanto deseja.
Para localizar esses arquivos de autosalvamento, te aconselho fazer uma pasta chamada "Temporários Cad" Dentro da pasta "Meus Documentos".
Depois que fazer a pasta, você entra no AutoCad e muda o destino dos arquivos do AutoSave.
Entre no comando "OP", (Options)
Clica na Guia "Files"
Procure por "Automatic Save File Location", clique no caminho que está lá e depois em "Browse", e escolha a pasta que você criou.
Pronto! Todos os arquivos de AutoSave estarão nessa pasta.
Agora para arquivos com extensão .Bak, se eles não são salvos na mesma pasta do arquivo estarão salvos dentro desta pasta que você criou também.
Para utilizar qualquer um desses arquivos tanto o *.sv$ quanto o *.bak, você deve alterar a extensão do arquivo para *.dwg
Há alguns casos de computadores que estão configurados para ocultar as extensões de arquivos conhecidos, então você não vai conseguir alterar.
Então para tirar isso faça os seguintes passos.
Entre no Windows Explorer. Na Guia Ferramentas, Clica em "Opções de Pasta"
Depois em "Modos de Exibição"
Desative a opção "Ocultar Extensões de Arquivos Conhecidos"
Pronto! Agora você vai conseguir alterar...
Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
“Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.”
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.
Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença..."
Desde 1º de janeiro, fabricantes deixaram de comercializar os modelos antigos, conforme determina resolução do Conmetro.
O consumidor deve ficar atento na hora de comprar tomadas. De acordo com a NBR 14136 de outubro de 2007, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Brasil passou a adotar um novo padrão de tomada que substituirá os modelos comercializados no País. Com esta mudança, as tomadas antigas deixaram de ser fabricadas a partir de janeiro de 2009 e quem for reformar ou construir já encontrará nas lojas de materiais de construção o novo modelo.
O objetivo da mudança é aumentar a segurança dos sistemas elétricos e padronizar os plugues e tomadas de uso doméstico comercializados no Brasil. As novas tomadas apresentam novo design com três orifícios para pinos arredondados, sendo o terceiro para fio terra, atendendo a exigência da norma de instalações elétricas NBR 5410. Também foram projetadas para impedir o contato acidental com as partes vivas ou energizadas dos pinos, no momento de conexão do plugue, a partir de um novo formato com poço, evitando possíveis choques elétricos. 
Além disso, a tomada padrão foi desenvolvida para evitar a queima acidental de eletroeletrônicos. A padronização prevê duas versões de correntes (10A e 20A) e cada uma delas com uma configuração diferente no diâmetro dos pinos, tornando impossível a ocorrência de sobrecarga de energia. Os plugues também terão que atender à NBR 14136 e já estão sendo comercializados no novo padrão. Com relação aos plugues de pinos no antigo padrão, a indústria desenvolveu um adaptador para a nova tomada. A medida tem por objetivo facilitar o processo de transição, uma vez que os antigos modelos ainda podem ser comercializados até o final dos estoques.
Líder de mercado em tomadas e interruptores, o Grupo Legrand foi o primeiro a certificar a tomada padrão brasileiro que já se encontra no mercado. Cerca de 200 referências entre tomadas e plugues de diferentes linhas de produtos das marcas BTicino, Cemar Legrand e Pial Legrand foram mudadas para atender o novo padrão. "É um novo produto, pois envolve o desenvolvimento de novas ferramentas e de um novo processo produtivo, em função das características da nova tomada adaptada a cada linha de produto", afirma Antonio Eduardo de Souza, gerente de Marketing da Legrand.| Maxpres



